quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado.  Platão
A amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro.                     Platão
Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa.                                                             Platão





quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Machado de Assis


  Os contos mais clássicos

"Dom Casmurro"

"Memórias Póstumas de Brás Cubas"

"O Alienista"

"Quincas Borba"

"Iaiá Garcia"

"Esaú e Jacó"

"A Mão e a Luva"

"A Ressurreição"

"Contos Fluminenses"

"Memorial de Aires"

"Helena"

Machado de Assis

SAUDADE.

‘’Por que sinto falta de você? Por que está saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro.
Sua amizade me faz sonhar com um carinho,
Um caminhar, a luz da lua, a beira mar.
Saudade este sentimento de vazio que me tira o sono
me fazendo sentir num triste abandono, é amizade eu sei, será amor talvez...
Só não quero perder sua amizade, esta amizade...
Que me fortalece me enobrece por ter você.’’


Machado de Assis


BONS AMIGOS

‘’Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!’’

Frases de Machado de Assis


‘’Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.’’

(Machado de Assis)

‘’Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.’’

(Machado de Assis)

‘’Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando.’’

(Machados de Assis)

‘’Por que sinto falta de você? Por que esta saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro...’’

(Machados de Assis)

‘’O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.’’


‘’Lágrimas não são argumentos.’’

‘’Creia em si, mas não duvide sempre dos outros.’’

Frases de Machado de Assis


‘’Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.’’

(Machado de Assis)

‘’Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.’’

(Machado de Assis)

‘’Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando.’’

(Machados de Assis)

‘’Por que sinto falta de você? Por que esta saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro...’’

(Machados de Assis)

‘’O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.’’


‘’Lágrimas não são argumentos.’’

‘’Creia em si, mas não duvide sempre dos outros.’’



Carlos Drummond de Andrade

(...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
(Resíduo)

Carlos Drummond de Andrade
nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.







                                 Machado de Asis
Joaquim maria machado de assis (Rio de Janeiro, 21 de junhode 1839 – Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.

  jornais, poemas e óperasJ

Tudo indica que Machado evitou o subúrbio carioca e procurou a subsistência no centro da cidade. Com muitos planos e espírito aventureiro, fez algumas amizades e relacionamentos. Em 1854, publicou seu primeiro soneto, dedicado à "Ilustríssima Senhora D.P.J.A", assinando como "J. M. M. Assis", no Perióticas dos pobres No ano seguinte, passou a frequentar a livraria do jornalista e tipógrafo Francisco Paula Brito era um humanista e sua livraria, além de vender remédios, chás, fumo de rolo, porcas e parafusos, também servia como ponto de encontro da sua Sociedade Petalógica. 

Morte

Às 3h20m de 29 de setembro de 1908 na casa de Cosme Velho, Machado de Assis morre aos sessenta e nove anos de idade com uma úlcera canceriosa na boca; sua certidão de óbito relata que morrera de arteriosclorose generalizada, incluindo esclerose cerebral, o que, para alguns, figura questionável pelo motivo de mostrar-se lúcido nas últimas cartas já relatadas. Ao geral, teve uma morte tranquila, cercado pelos companheiros mais íntimos que havia feito no Rio de Janeiro: ,José verrísimo, coelho neto, Raimundo correia Rodrigo otávio,Euclides da cunha, Mário de alencar etc.
 

Nomes: Júlia , Renata e Rafaela.
Turma :81
Nome feminino que serve de lema ou divisa de uma obra. A epígrafe dá apoio temático ao texto ou resume o sentido e a motivação dele. Do grego epigraphé. Inscrição


a amizade e um amor que nunca morre
(Mario quintana)


porifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele , pois até o mel nos doce azeda num recipiente sujo
(Pitágoras)


lutar pelo amor é bom , mas alcança-lo sem luta é melhor
(william shakespeare)


O amor é grande e cabe nessa janelinha sobre o mer. O mar é é grande e cabe na cama e no colchão de amor. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar
( Carlos Drummond De Andrade )


Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal
( Friedrich Nitzsch)


Se o amor é fantasia , eu me encontro ultimamente em plevo
(Vinicios de morais)


duvida de luz dos outros, do que o sol tinha calor , duvida até da verdade, mas corja em meu amor
( William Shakespeare )


As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar
( Leonardo Da Vinci )


deve-se temer mais amor de uma mulher , do que de um homem
( Sócrates)






AS INDAGAÇÕES
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.
Mario Quintana


[O Trágico Dilema]
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
Mario Quintana


A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe.
Mario Quintana




A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!
Mario Quintana


sobre a vida de mario quintana
Mario de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo como cartilha o jornal Correio do Povo. Seus pais ensinam-lhe, também, rudimentos de francês.

No ano de 1914 inicia seus estudos na Escola Elementar Mista de Dona Mimi Contino.
Em 1915, ainda em Alegrete, freqüentou a escola do mestre português Antônio Cabral Beirão, onde conclui o curso primário. Nessa época trabalhou na farmácia da família. Foi matriculado no Colégio Militar de Porto Alegre, em regime de internato, no ano de 1919. Começa a produzir seus primeiros trabalhos, que são publicados na revista Hyloea, órgão da Sociedade Cívica e Literária dos alunos do Colégio.

Por motivos de saúde, em 1924 deixa o Colégio Militar. Emprega-se na Livraria do Globo, onde trabalha por três meses com Mansueto Bernardi. A Livraria era uma editora de renome nacional.

No ano seguinte, 1925, retorna a Alegrete e passa a trabalhar na farmácia de seu pai. No ano seguinte sua mãe falece. Seu conto, A Sétima Personagem, é premiado em concurso promovido pelo jornal Diário de Notícias, de Porto Alegre.

O pai de Quintana falece em 1927. A revista Para Todos, do Rio de Janeiro, publica um poema de sua autoria, por iniciativa do cronista Álvaro Moreyra, diretor da citada publicação.

Em 1929, começa a trabalhar na redação do diário O Estado do Rio Grande, que era dirigida por Raul Pilla. No ano seguinte a Revista do Globo e o Correio do Povo publicam seus poemas.

Vem, em 1930, por seis meses, para o Rio de Janeiro, entusiasmado com a revolução liderada por Getúlio Vargas, também gaúcho, como voluntário do Sétimo Batalhão de Caçadores de Porto Alegre.

Volta a Porto Alegre, em 1931, e à redação de O Estado do Rio Grande.
O ano de 1934 marca a primeira publicação de uma tradução de sua autoria: Palavras e Sangue, de Giovanni Papini. Começa a traduzir para a Editora Globo obras de diversos escritores estrangeiros: Fred Marsyat, Charles Morgan, Rosamond Lehman, Lin Yutang, Proust, Voltaire, Virginia Woolf, Papini, Maupassant, dentre outros. O poeta deu uma imensa colaboração para que obras como o denso Em Busca do Tempo Perdido, do francês Marcel Proust, fossem lidas pelos brasileiros que não dominavam a língua francesa.

Retorna à Livraria do Globo, onde trabalha sob a direção de Érico Veríssimo, em 1936.

Em 1939, Monteiro Lobato lê doze quartetos de Quintana na revista lbirapuitan, de Alegrete, e escreve-lhe encomendando um livro. Com o título  Espelho Mágico o livro vem a ser publicado em 1951, pela Editora Globo.
A primeira edição de seu livro  A Rua dos Cataventos, é lançada em 1940 pela Editora Globo. Obtém ótima repercussão e seus sonetos passam a figurar em livros escolares e antologias.

Em 1943, começa a publicar o Do Caderno H, espaço diário na Revista Província de São Pedro.
Canções, seu segundo livro de poemas, é lançado em 1946 pela Editora Globo. O livro traz ilustrações de Noêmia.
Lança, em 1948, Sapato Florido, poesia e prosa, também editado pela Globo. Nesse mesmo ano é publicado O Batalhão de Letras, pela mesma editora.

Seu quinto livro, O Aprendiz de Feiticeiro, versos, de 1950, é uma modesta plaquete que, no entanto, obtém grande repercussão nos meios literários. Foi publicado pela Editora Fronteira, de Porto Alegre.

Em 1951 é publicado, pela Editora Globo, o livro Espelho Mágico, uma coleção de quartetos, que trazia na orelha comentários de Monteiro Lobato.
Com seu ingresso no Correio do Povo, em 1953, reinicia a publicação de sua coluna diária Do Caderno H (até 1967). Publica, também, Inéditos e Esparsos, pela Editora Cadernos de Extremo Sul - Alegrete (RS).

Em 1962, sob o título Poesias, reúne em um só volume seus livros A Rua dos Cataventos, Canções, Sapato Florido, espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, tendo a primeira edição, pela Globo, sido patrocinada pela Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.
Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.

Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!

Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.

São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares.
São feitos esses cantares
De um tudo-nada: ao falares,
Luzem estrelas luares.

São para dizer em bares
Como em mansões seculares
Quintana, os teus quintanares.

Sim, em bares, onde os pares
Se beijam sem que repares
Que são casais exemplares.

E quer no pudor dos lares.
Quer no horror dos lupanares.
Cheiram sempre os teus cantares
Ao ar dos melhores ares,
Pois são simples, invulgares.
Quintana, os teus quintanares.

Por isso peço não pares,
Quintana, nos teus cantares...
Perdão! digo quintanares.




Poeminho do Contra
Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
(Prosa e Verso, 1978)




poesias de mario quintana


- Em português:
  • A Rua dos Cata-ventos (1940)
    - Canções (1946)
    - Sapato Florido (1948)
    - O Batalhão de Letras (1948)
    - O Aprendiz de Feiticeiro (1950)
    - Espelho Mágico (1951)
    - Inéditos e Esparsos (1953)
    - Poesias (1962)
    - Antologia Poética (1966)
    - Pé de Pilão (1968) - literatura infanto-juvenil
    - Caderno H (1973)
    - Apontamentos de História Sobrenatural (1976)
    - Quintanares (1976) - edição especial para a MPM Propaganda.
    - A Vaca e o Hipogrifo (1977)
    - Prosa e Verso (1978)
    - Na Volta da Esquina (1979)
    - Esconderijos do Tempo (1980)
    - Nova Antologia Poética (1981)
    - Mario Quintana (1982)
    - Lili Inventa o Mundo (1983)
    - Os melhores poemas de Mario Quintana (1983)
    - Nariz de Vidro (1984)
    - O Sapato Amarelo (1984) - literatura infanto-juvenil
    - Primavera cruza o rio (1985)
    - Oitenta anos de poesia (1986)
    - Baú de espantos ((1986)
    - Da Preguiça como Método de Trabalho (1987)
    - Preparativos de Viagem (1987)
    - Porta Giratória (1988)
    - A Cor do Invisível (1989)
    - Antologia poética de Mario Quintana (1989)
    - Velório sem Defunto (1990)
    - A Rua dos Cata-ventos (1992) -
    reedição para os 50 anos da 1a. publicação.
    - Sapato Furado (1994)

    - Mario Quintana - Poesia completa (2005)
    - Quintana de bolso (2006)


No Brasil:
  • Obras-primas da lírica brasileira (1943)
    - Coletânea de poetas sul-rio-grandenses. 1834-1951 - (1952)
    - Antologia da poesia brasileira moderna. 1922-1947 - (1953)
    - Poesia nossa (1954)
    - Antologia poética para a infância e a juventude (1961)
    - Antologia da moderna poesia brasileira (1967)
    - Antologia dos poetas brasileiros  (1967)
    - Poesia moderna (1967)
    - Porto Alegre ontem e hoje (1971)
    - Dicionário antológico das literaturas portuguesa e brasileira (1971)
    - Antologia da estância da poesia crioula (1972)
    - Trovadores do Rio Grande do Sul (1972)
    - Assim escrevem os gaúchos (1976)
    - Antologia da literatura rio-grandense contemporânea - Poesia e crônica (1979)
    - Histórias de vinho (1980)
    - Para gostar de ler: Poesias (1980)
    - Te quero verde. Poesia e consciência ecológica (1982)


Discos:
- Antologia Poética de Mario Quintana - Gravadora Polygram (1983)
Música:
- Recital Canto Coral Quintanares (1993) - treze poemas musicados pelo maestro Gil de Rocca Sales.

- Cantando o Imaginário do Poeta (1994) - Coral Casa de Mario Quintana - poemas musicados pelo maestro Adroaldo Cauduro.
Teatro:
  • Lili Inventa o Mundo (1993) - montagem de Dilmar Messias.


Sobre o autor:
- Quintana dos 8 aos 80 (1985)

Dados obtidos em livros do e sobre o autor e páginas na Internet, em especial a da Casa de Cultura Mario Quintana / Suzana Kanter.








Arnaldo JaborBiografia Arnaldo Janbor
Carioca nascido em 1940, filho de um oficial da Aeronáutica e uma dona de casa,[2] o cineasta e jornalista Arnaldo Janbor já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens.
Formado no ambiente do Cinema Novo, participou da segunda fase do movimento, que buscava analisar a realidade nacional, inspirando-se no neo-realismo italiano e na nouvelle vague francesa. Seu primeiro longa metragem foi o inovador documentário Opinião Pública (1967), uma espécie de mosaico sobre como o brasileiro olha sua própria realidade.
No início dos anos 70, com o recrudescimento da repressão política e da censura, os antigos autores cinemanovistas procuram caminhos metáforicos, alegóricos, para driblar a ação do governo e poder expor suas propostas. Jabor faz o mesmo com Pindorama (1970). Mas aqui o excesso de barroquismo e de radicalismo contra o cinema clássico comprometem a qualidade da obra, como o próprio Jabor admitiria mais tarde.
Seu próximo filme o redime completamente e se converte num dos grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro: Toda Nudez Será Castigada (1973), adaptado da peça homônima de Nelson Rodrigues, possui um enfoque mais humano, mas ainda assim não poupa implacáveis críticas à hipocrisia da moral burguesa e de seus costumes, na história do envolvimento da prostituta Geni (Darlene Glória, no papel que lhe valeu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim) com o viúvo Herculano (Paulo Porto).
O filme seguinte, dessa vez adaptado de um romance de Nelson, é ainda mais forte nas suas investidas contra as deformidades comportamentais e sexuais da sociedade: O Casamento (1975), último filme da atriz Adriana Prieto, também foi bem recebido por crítica e público e rendeu a atriz Camila Amado o Kikito de ouro de melhor atriz coadjuvante. Com Tudo Bem (1978), inicia a chamada "Trilogia do Apartamento", talvez seu filme mais célebre que investiga, num tom de forte sátira e ironia, as contradições da sociedade brasileira já vitimada pelo fracasso do milagre econômico, isso no espaço restrito de um apartamento de classe média. A obra ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília e proporcionou a Paulo Gracindo e Fernanda Montenegro, entre outros, grandes desempenhos.

O perigo do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar amizade
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.



William Shakespeare


Romeu e Julieta


História de Carlos Drummond de Andrade.   Que   nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.


                                                              
                                                              EPÍGRAFES 

Não importa aonde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e o mais importante... 
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado...
Chorou muito?
Foi limpeza da alma...
 
Nomes: Kennedy e otávio

William Shakespeare



  "Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente."
William Shakespeare


"Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor."
William Shakespeare

 


William Shakespeare

 

Grupo: Mateus trindade,Yuri , Maicon,Anderson .

William Shakespeare

William Shakespeare




Em sua juventude, estudou latim e começou a escrever logo após o seu casamento com Anne Hathaway. Na época, o dramaturgo tinha 18 anos e a sua mulher, 26. Tiveram três filhos: Susanna e os gêmeos Judith e Hamnet, que morreu aos 11 anos. A mudança radical em sua vida aconteceu quando deixou a pequena Stratford-Upon-Avon e foi morar em Londres, cidade onde escreveu as suas maiores obras.

Em 1592, com menos de 30 anos, Shakespeare já tinha o seu talento reconhecido no teatro, tendo redigido pelo menos duas peças: "A Comédia dos Erros" e "A Megera Domada". O seu prestígio aumentou ainda mais em 1594, quando começou a trabalhar para a companhia de teatro "The Lord Chamberlain's Men".

A arte dramática do poeta pode ser dividida em três partes. Na primeira, compreendida entre os anos de 1590 e 1602, Shakespeare escreveu comédias alegres, dramas históricos e tragédias no estilo renascentista.



Grupo: Mateus trindade,Yuri , Maicon,Anderson .

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Natasha , Wesley , Silvana

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                                                  Charles Chaplin  


                     Charles Spencer Chaplin, KBE, mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres,[3] 16 de abril de 1889Corsier-sur-Vevey[1], 25 de dezembro de 1977), foi um ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famososSir da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
Influenciado pelo trabalho dos antecessores - o comediante francês Max Linder, Georges Méliès, D. W. Griffith Luís e Auguste Lumière - e compartilhando o trabalho com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, foi influenciado pela mímica, pantomima e o gênero pastelão e influenciou uma enorme equipe de comediantes e cineastas como Federico Fellini, Os Três Patetas, Peter Sellers, Milton Berle, Marcel Marceau, Jacques Tati, Rowan Atkinson, Johnny Depp, Michael Jackson, Harold Lloyd, Buster Keaton e outros diretores e comediantes. É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, e um dos "pais do cinema", junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.
    Epígrafe  de  Charles Chaplin





 “  A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.


 “ Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna.


 “ Perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem mais se atreve…e a vida é muito para ser insignificante.


 “ Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoismo.

                                      
                                                                    



Amanda duarte é uma escritora do ano 1998 que nasceu em Florianópolis no dia 22 de setembro, tem 2 irmãs chamadas Andressa e Adriana... Começou a escrever e perceber esse seu talento no ano de 2008 quando tinha apenas 10 anos e publicou seu livro no ano de 2011. Tudo começou quando ela escrevia frases e textos sobre seus sentimentos e sua mãe viu seu talento e publicou no tumblr. E ela morreu nesse ano de 2012 em 19 de setembro, lamentável, meus pesames para sua família. FIlha de Filomena e Cristovem.

José Saramago

                                      História do José Saramago                                        
 
José de Sousa Saramago nasceu numa família de camponeses da Aldeia de Azinhaga, ao sul de Portugal, em 1922. Seus pais eram analfabetos. Sua origem influenciou o modo de escrever, caracterizado pela liberdade no uso da pontuação "Meu estilo começou em 1979, quando eu estava escrevendo Levantado do Chão. O mundo que eu descrevia era o Portugal rural, durante os primeiros dois terços do século passado - um mundo no qual a cultura de contar histórias predominava, e eram passadas de geração a geração, sem que se usasse a palavra escrita", disse o escritor ao jornalista australiano Ben Naparstek, lembrando que, quando se fala, não se usa pontuação. A entrevista foi incluída no livro Encontros com 40 Grandes Autores.


Mesmo que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui dispensado
de percorrer os caminhos do mundo.

Ergo uma rosa, e deixo, e abandono
Quanto me dói de mágoas e assombros.
Ergo uma rosa, sim, e ouço a vida
Neste cantar das aves nos meus ombros.