Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado. Platão
Seja bem vindo ao blog da turma 81 da EBM. Vitor Miguel de Souza. Este é um espaço para compartilharmos pensamentos, poemas, epígrafes, entre outros... na disciplina de Lingua Portuguesa e Literatura.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Machado de Assis
"Dom Casmurro"
"Memórias Póstumas de Brás Cubas"
"O Alienista"
"Quincas Borba"
"Iaiá Garcia"
"Esaú e Jacó"
"A Mão e a Luva"
"A Ressurreição"
"Contos Fluminenses"
"Memorial de Aires"
"Helena"
Machado de Assis
SAUDADE.
‘’Por que sinto falta de você? Por que está saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua voz teu cheiro.
Sua amizade me faz sonhar com um carinho,
Um caminhar, a luz da lua, a beira mar.
Saudade este sentimento de vazio que me tira o sono
me fazendo sentir num triste abandono, é amizade eu sei, será amor talvez...
Só não quero perder sua amizade, esta amizade...
Que me fortalece me enobrece por ter você.’’
Machado de Assis
BONS AMIGOS
‘’Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!’’
‘’Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!’’
Frases de Machado de Assis
‘’Deus, para a felicidade do homem,
inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com
religião e amor com casamento.’’
(Machado de Assis)
‘’Cada qual sabe amar a seu modo; o modo,
pouco importa; o essencial é que saiba amar.’’
(Machado de Assis)
‘’Guarda estes versos que escrevi chorando
como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em
ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando.’’
(Machados de Assis)
‘’Por que sinto falta de você? Por que
esta saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua
voz teu cheiro...’’
(Machados de Assis)
‘’O
dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.’’
‘’Lágrimas
não são argumentos.’’
‘’Creia
em si, mas não duvide sempre dos outros.’’
Frases de Machado de Assis
‘’Deus, para a felicidade do homem,
inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com
religião e amor com casamento.’’
(Machado de Assis)
‘’Cada qual sabe amar a seu modo; o modo,
pouco importa; o essencial é que saiba amar.’’
(Machado de Assis)
‘’Guarda estes versos que escrevi chorando
como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em
ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando.’’
(Machados de Assis)
‘’Por que sinto falta de você? Por que
esta saudade?
Eu não te vejo mas imagino suas expressões, sua
voz teu cheiro...’’
(Machados de Assis)
‘’O
dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele.’’
‘’Lágrimas
não são argumentos.’’
‘’Creia
em si, mas não duvide sempre dos outros.’’
Carlos Drummond de Andrade
(...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou
um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...)
E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
(Resíduo)
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Machado de Asis
Joaquim
maria machado de assis (Rio de Janeiro, 21 de junhode 1839 – Rio de
Janeiro, 29 de setembro de 1908) foi um escritor brasileiro,
amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional.
Escreveu em praticamente todos os gêneros literários sendo poeta,
romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista,
e crítico literário.
jornais,
poemas e óperasJ
Tudo
indica que Machado evitou o subúrbio carioca e procurou a
subsistência no centro da cidade. Com muitos planos e espírito
aventureiro, fez algumas amizades e relacionamentos. Em 1854,
publicou seu primeiro soneto, dedicado à "Ilustríssima Senhora
D.P.J.A", assinando como "J. M. M. Assis", no
Perióticas dos pobres No ano seguinte, passou a frequentar a
livraria do jornalista e tipógrafo Francisco Paula Brito era um
humanista e sua livraria, além de vender remédios, chás, fumo de
rolo, porcas e parafusos, também servia como ponto de encontro da
sua Sociedade Petalógica.
Morte
Às
3h20m de 29 de setembro de 1908 na casa de Cosme Velho, Machado de
Assis morre aos sessenta e nove anos de idade com uma úlcera
canceriosa na boca; sua certidão de óbito relata que morrera de
arteriosclorose generalizada, incluindo esclerose cerebral, o que,
para alguns, figura questionável pelo motivo de mostrar-se lúcido
nas últimas cartas já relatadas. Ao geral, teve uma morte
tranquila, cercado pelos companheiros mais íntimos que havia feito
no Rio de Janeiro: ,José verrísimo, coelho neto, Raimundo correia
Rodrigo otávio,Euclides da cunha, Mário de alencar etc.
Nomes: Júlia , Renata e Rafaela.
Turma
:81
Nome feminino que serve de lema ou divisa de uma obra. A epígrafe dá apoio temático ao texto ou resume o sentido e a motivação dele. Do grego epigraphé. Inscrição
“ a
amizade e um amor que nunca morre “
(Mario
quintana)
“porifica
o teu coração antes de permitires que o amor entre nele , pois até
o mel nos doce azeda num recipiente sujo “
(Pitágoras)
“lutar
pelo amor é bom , mas alcança-lo sem luta é melhor“
(william
shakespeare)
“ O
amor é grande e cabe nessa janelinha sobre o mer. O mar é é grande
e cabe na cama e no colchão de amor. O amor é grande e cabe no
breve espaço de beijar ”
( Carlos
Drummond De Andrade )
“ Aquilo
que se faz por amor está sempre além do bem e do mal
”
(
Friedrich Nitzsch)
“ Se
o amor é fantasia , eu me encontro ultimamente em plevo
“
(Vinicios de morais)
“duvida
de luz dos outros, do que o sol tinha calor , duvida até da verdade,
mas corja em meu amor “
(
William Shakespeare )
“ As
mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar
“
(
Leonardo Da Vinci )
“ deve-se
temer mais amor de uma mulher , do que de um homem ”
(
Sócrates)
AS INDAGAÇÕES
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.
Mario Quintana
[O Trágico
Dilema]
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.
Mario Quintana
A alma é essa
coisa que nos pergunta se a alma existe.
Mario Quintana
A arte de viver é
simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como
é difícil!
Mario Quintana
sobre a vida de
mario quintana
Mario
de Miranda Quintana
nasceu na cidade de
Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de
Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda
Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo
como cartilha o jornal Correio do Povo. Seus pais ensinam-lhe,
também, rudimentos de francês.
No ano de 1914 inicia seus estudos na Escola Elementar Mista de Dona Mimi Contino.
No ano de 1914 inicia seus estudos na Escola Elementar Mista de Dona Mimi Contino.
Em
1915, ainda em Alegrete, freqüentou a escola do mestre
português Antônio Cabral Beirão, onde conclui o curso primário.
Nessa época trabalhou na farmácia da família. Foi matriculado no
Colégio Militar de Porto Alegre, em regime de internato, no ano de
1919. Começa a produzir seus primeiros trabalhos, que são
publicados na revista Hyloea, órgão da Sociedade Cívica e
Literária dos alunos do Colégio.
Por motivos de saúde, em 1924 deixa o Colégio Militar. Emprega-se na Livraria do Globo, onde trabalha por três meses com Mansueto Bernardi. A Livraria era uma editora de renome nacional.
No ano seguinte, 1925, retorna a Alegrete e passa a trabalhar na farmácia de seu pai. No ano seguinte sua mãe falece. Seu conto, A Sétima Personagem, é premiado em concurso promovido pelo jornal Diário de Notícias, de Porto Alegre.
O pai de Quintana falece em 1927. A revista Para Todos, do Rio de Janeiro, publica um poema de sua autoria, por iniciativa do cronista Álvaro Moreyra, diretor da citada publicação.
Em 1929, começa a trabalhar na redação do diário O Estado do Rio Grande, que era dirigida por Raul Pilla. No ano seguinte a Revista do Globo e o Correio do Povo publicam seus poemas.
Vem, em 1930, por seis meses, para o Rio de Janeiro, entusiasmado com a revolução liderada por Getúlio Vargas, também gaúcho, como voluntário do Sétimo Batalhão de Caçadores de Porto Alegre.
Volta a Porto Alegre, em 1931, e à redação de O Estado do Rio Grande.
Por motivos de saúde, em 1924 deixa o Colégio Militar. Emprega-se na Livraria do Globo, onde trabalha por três meses com Mansueto Bernardi. A Livraria era uma editora de renome nacional.
No ano seguinte, 1925, retorna a Alegrete e passa a trabalhar na farmácia de seu pai. No ano seguinte sua mãe falece. Seu conto, A Sétima Personagem, é premiado em concurso promovido pelo jornal Diário de Notícias, de Porto Alegre.
O pai de Quintana falece em 1927. A revista Para Todos, do Rio de Janeiro, publica um poema de sua autoria, por iniciativa do cronista Álvaro Moreyra, diretor da citada publicação.
Em 1929, começa a trabalhar na redação do diário O Estado do Rio Grande, que era dirigida por Raul Pilla. No ano seguinte a Revista do Globo e o Correio do Povo publicam seus poemas.
Vem, em 1930, por seis meses, para o Rio de Janeiro, entusiasmado com a revolução liderada por Getúlio Vargas, também gaúcho, como voluntário do Sétimo Batalhão de Caçadores de Porto Alegre.
Volta a Porto Alegre, em 1931, e à redação de O Estado do Rio Grande.
O
ano de 1934 marca a primeira publicação de uma tradução de sua
autoria: Palavras e Sangue, de Giovanni
Papini. Começa a traduzir para a Editora Globo obras
de diversos escritores estrangeiros: Fred Marsyat, Charles
Morgan, Rosamond Lehman, Lin Yutang, Proust, Voltaire, Virginia
Woolf, Papini, Maupassant, dentre outros. O poeta deu uma
imensa colaboração para que obras como o denso Em Busca do Tempo
Perdido, do francês Marcel Proust, fossem lidas
pelos brasileiros que não dominavam a língua francesa.
Retorna à Livraria do Globo, onde trabalha sob a direção de Érico Veríssimo, em 1936.
Em 1939, Monteiro Lobato lê doze quartetos de Quintana na revista lbirapuitan, de Alegrete, e escreve-lhe encomendando um livro. Com o título Espelho Mágico o livro vem a ser publicado em 1951, pela Editora Globo.
A primeira edição de seu livro A Rua dos Cataventos, é lançada em 1940 pela Editora Globo. Obtém ótima repercussão e seus sonetos passam a figurar em livros escolares e antologias.
Em 1943, começa a publicar o Do Caderno H, espaço diário na Revista Província de São Pedro.
Canções, seu segundo livro de poemas, é lançado em 1946 pela Editora Globo. O livro traz ilustrações de Noêmia.
Lança, em 1948, Sapato Florido, poesia e prosa, também editado pela Globo. Nesse mesmo ano é publicado O Batalhão de Letras, pela mesma editora.
Seu quinto livro, O Aprendiz de Feiticeiro, versos, de 1950, é uma modesta plaquete que, no entanto, obtém grande repercussão nos meios literários. Foi publicado pela Editora Fronteira, de Porto Alegre.
Em 1951 é publicado, pela Editora Globo, o livro Espelho Mágico, uma coleção de quartetos, que trazia na orelha comentários de Monteiro Lobato.
Com seu ingresso no Correio do Povo, em 1953, reinicia a publicação de sua coluna diária Do Caderno H (até 1967). Publica, também, Inéditos e Esparsos, pela Editora Cadernos de Extremo Sul - Alegrete (RS).
Em 1962, sob o título Poesias, reúne em um só volume seus livros A Rua dos Cataventos, Canções, Sapato Florido, espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, tendo a primeira edição, pela Globo, sido patrocinada pela Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.
Retorna à Livraria do Globo, onde trabalha sob a direção de Érico Veríssimo, em 1936.
Em 1939, Monteiro Lobato lê doze quartetos de Quintana na revista lbirapuitan, de Alegrete, e escreve-lhe encomendando um livro. Com o título Espelho Mágico o livro vem a ser publicado em 1951, pela Editora Globo.
A primeira edição de seu livro A Rua dos Cataventos, é lançada em 1940 pela Editora Globo. Obtém ótima repercussão e seus sonetos passam a figurar em livros escolares e antologias.
Em 1943, começa a publicar o Do Caderno H, espaço diário na Revista Província de São Pedro.
Canções, seu segundo livro de poemas, é lançado em 1946 pela Editora Globo. O livro traz ilustrações de Noêmia.
Lança, em 1948, Sapato Florido, poesia e prosa, também editado pela Globo. Nesse mesmo ano é publicado O Batalhão de Letras, pela mesma editora.
Seu quinto livro, O Aprendiz de Feiticeiro, versos, de 1950, é uma modesta plaquete que, no entanto, obtém grande repercussão nos meios literários. Foi publicado pela Editora Fronteira, de Porto Alegre.
Em 1951 é publicado, pela Editora Globo, o livro Espelho Mágico, uma coleção de quartetos, que trazia na orelha comentários de Monteiro Lobato.
Com seu ingresso no Correio do Povo, em 1953, reinicia a publicação de sua coluna diária Do Caderno H (até 1967). Publica, também, Inéditos e Esparsos, pela Editora Cadernos de Extremo Sul - Alegrete (RS).
Em 1962, sob o título Poesias, reúne em um só volume seus livros A Rua dos Cataventos, Canções, Sapato Florido, espelho Mágico e O Aprendiz de Feiticeiro, tendo a primeira edição, pela Globo, sido patrocinada pela Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul.
Meu
Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!
Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.
São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares.
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!
Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.
São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares.
São
feitos esses cantares
De um tudo-nada: ao falares,
Luzem estrelas luares.
São para dizer em bares
Como em mansões seculares
Quintana, os teus quintanares.
Sim, em bares, onde os pares
Se beijam sem que repares
Que são casais exemplares.
E quer no pudor dos lares.
Quer no horror dos lupanares.
Cheiram sempre os teus cantares
De um tudo-nada: ao falares,
Luzem estrelas luares.
São para dizer em bares
Como em mansões seculares
Quintana, os teus quintanares.
Sim, em bares, onde os pares
Se beijam sem que repares
Que são casais exemplares.
E quer no pudor dos lares.
Quer no horror dos lupanares.
Cheiram sempre os teus cantares
Ao
ar dos melhores ares,
Pois são simples, invulgares.
Quintana, os teus quintanares.
Por isso peço não pares,
Quintana, nos teus cantares...
Perdão! digo quintanares.
Pois são simples, invulgares.
Quintana, os teus quintanares.
Por isso peço não pares,
Quintana, nos teus cantares...
Perdão! digo quintanares.
Poeminho
do Contra
Todos
esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho! (Prosa e Verso, 1978)
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho! (Prosa e Verso, 1978)
poesias de mario
quintana
- Em
português:
- A Rua dos Cata-ventos (1940)
- Canções (1946)
- Sapato Florido (1948)
- O Batalhão de Letras (1948)
- O Aprendiz de Feiticeiro (1950)
- Espelho Mágico (1951)
- Inéditos e Esparsos (1953)
- Poesias (1962)
- Antologia Poética (1966)
- Pé de Pilão (1968) - literatura infanto-juvenil
- Caderno H (1973)
- Apontamentos de História Sobrenatural (1976)
- Quintanares (1976) - edição especial para a MPM Propaganda.
- A Vaca e o Hipogrifo (1977)
- Prosa e Verso (1978)
- Na Volta da Esquina (1979)
- Esconderijos do Tempo (1980)
- Nova Antologia Poética (1981)
- Mario Quintana (1982)
- Lili Inventa o Mundo (1983)
- Os melhores poemas de Mario Quintana (1983)
- Nariz de Vidro (1984)
- O Sapato Amarelo (1984) - literatura infanto-juvenil
- Primavera cruza o rio (1985)
- Oitenta anos de poesia (1986)
- Baú de espantos ((1986)
- Da Preguiça como Método de Trabalho (1987)
- Preparativos de Viagem (1987)
- Porta Giratória (1988)
- A Cor do Invisível (1989)
- Antologia poética de Mario Quintana (1989)
- Velório sem Defunto (1990)
- A Rua dos Cata-ventos (1992) - reedição para os 50 anos da 1a. publicação.
- Sapato Furado (1994)
- Mario Quintana - Poesia completa (2005)
- Quintana de bolso (2006)
No
Brasil:
- Obras-primas da lírica brasileira (1943)
- Coletânea de poetas sul-rio-grandenses. 1834-1951 - (1952)
- Antologia da poesia brasileira moderna. 1922-1947 - (1953)
- Poesia nossa (1954)
- Antologia poética para a infância e a juventude (1961)
- Antologia da moderna poesia brasileira (1967)
- Antologia dos poetas brasileiros (1967)
- Poesia moderna (1967)
- Porto Alegre ontem e hoje (1971)
- Dicionário antológico das literaturas portuguesa e brasileira (1971)
- Antologia da estância da poesia crioula (1972)
- Trovadores do Rio Grande do Sul (1972)
- Assim escrevem os gaúchos (1976)
- Antologia da literatura rio-grandense contemporânea - Poesia e crônica (1979)
- Histórias de vinho (1980)
- Para gostar de ler: Poesias (1980)
- Te quero verde. Poesia e consciência ecológica (1982)
Discos:
-
Antologia Poética de Mario Quintana - Gravadora Polygram (1983)
Música:
-
Recital Canto Coral Quintanares (1993) - treze poemas musicados
pelo maestro Gil de Rocca Sales.
- Cantando o Imaginário do Poeta (1994) - Coral Casa de Mario Quintana - poemas musicados pelo maestro Adroaldo Cauduro.
- Cantando o Imaginário do Poeta (1994) - Coral Casa de Mario Quintana - poemas musicados pelo maestro Adroaldo Cauduro.
Teatro:
- Lili Inventa o Mundo (1993) - montagem de Dilmar Messias.
Sobre
o autor:
-
Quintana dos 8 aos 80 (1985)
Dados obtidos em livros do e sobre o autor e páginas na Internet, em especial a da Casa de Cultura Mario Quintana / Suzana Kanter.
Carioca
nascido em 1940,
filho de um oficial da Aeronáutica
e uma dona de casa,[2]
o cineasta e jornalista Arnaldo Janbor já foi técnico de som,
crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas
metragens.
Formado no ambiente do Cinema
Novo, participou da segunda fase do movimento, que buscava
analisar a realidade nacional, inspirando-se no neo-realismo
italiano e na nouvelle
vague francesa. Seu primeiro longa
metragem foi o inovador documentário Opinião
Pública (1967),
uma espécie de mosaico sobre como o brasileiro olha sua própria
realidade.
No início dos anos
70, com o recrudescimento da repressão política e da censura,
os antigos autores cinemanovistas procuram caminhos metáforicos,
alegóricos, para driblar a ação do governo e poder expor suas
propostas. Jabor faz o mesmo com Pindorama
(1970). Mas aqui o
excesso de barroquismo e de radicalismo contra o cinema clássico
comprometem a qualidade da obra, como o próprio Jabor admitiria mais
tarde.
Seu próximo filme o redime
completamente e se converte num dos grandes sucessos de bilheteria do
cinema brasileiro: Toda
Nudez Será Castigada (1973),
adaptado da peça homônima de Nelson
Rodrigues, possui um enfoque mais humano, mas ainda assim não
poupa implacáveis críticas à hipocrisia da moral burguesa e de
seus costumes, na história do envolvimento da prostituta Geni
(Darlene
Glória, no papel que lhe valeu o Urso
de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim) com o viúvo
Herculano (Paulo
Porto).
O filme seguinte, dessa vez
adaptado de um romance de Nelson, é ainda mais forte nas suas
investidas contra as deformidades comportamentais e sexuais da
sociedade: O
Casamento (1975),
último filme da atriz Adriana
Prieto, também foi bem recebido por crítica e público e rendeu
a atriz Camila
Amado o Kikito
de ouro de melhor atriz coadjuvante. Com Tudo
Bem (1978),
inicia a chamada "Trilogia do Apartamento", talvez seu
filme mais célebre que investiga, num tom de forte sátira e ironia,
as contradições da sociedade brasileira já vitimada pelo fracasso
do milagre
econômico, isso no espaço restrito de um apartamento de classe
média. A obra ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival
de Brasília e proporcionou a Paulo
Gracindo e Fernanda
Montenegro, entre outros, grandes desempenhos.
O perigo
do sexo é que você pode se apaixonar. O perigo do amor é virar
amizade
Ninguém
ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os
honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes
batendo a porta.
William Shakespeare
Eu
aprendi…que ignorar os fatos não os altera; que quando você
planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa
pessoa continue a magoar você; que o amor,
e não o tempo,
é que cura todas as feridas; que ninguém é perfeito até que você
se apaixone por essa pessoa;que a vida é dura, mas eu sou mais
ainda; que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai
aproveitar as que você perdeu. que quando o ancoradouro se torna
amargo a felicidade vai aportar em outro lugar; que não posso
escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e
crescimento ocorre quando você esta escalando-a; que quanto menos
tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
História de Carlos Drummond de Andrade. Que nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de
1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e
com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por
"insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de
escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do
incipiente movimento modernista mineiro.
EPÍGRAFES
EPÍGRAFES
Não importa aonde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e o mais importante...
Acreditar em você de novo.
Foi aprendizado...
Chorou muito?
Foi limpeza da alma...
Nomes: Kennedy e otávio
William Shakespeare
"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente."
William Shakespeare"Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor."
William Shakespeare
William Shakespeare
William Shakespeare
Em sua juventude, estudou latim e começou a escrever logo após o seu casamento com Anne Hathaway. Na época, o dramaturgo tinha 18 anos e a sua mulher, 26. Tiveram três filhos: Susanna e os gêmeos Judith e Hamnet, que morreu aos 11 anos. A mudança radical em sua vida aconteceu quando deixou a pequena Stratford-Upon-Avon e foi morar em Londres, cidade onde escreveu as suas maiores obras.
Em 1592, com menos de 30 anos, Shakespeare já tinha o seu talento reconhecido no teatro, tendo redigido pelo menos duas peças: "A Comédia dos Erros" e "A Megera Domada". O seu prestígio aumentou ainda mais em 1594, quando começou a trabalhar para a companhia de teatro "The Lord Chamberlain's Men".
A arte dramática do poeta pode ser dividida em três partes. Na primeira, compreendida entre os anos de 1590 e 1602, Shakespeare escreveu comédias alegres, dramas históricos e tragédias no estilo renascentista.
Grupo: Mateus trindade,Yuri , Maicon,Anderson .
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Natasha , Wesley , Silvana
-->
-->
-->
Charles
Chaplin
Charles Spencer Chaplin,
KBE,
mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres,[3]
16
de abril de 1889
— Corsier-sur-Vevey[1],
25
de dezembro de 1977),
foi um ator,
diretor,
produtor,
humorista,
empresário,
escritor,
comediante,
dançarino,
roteirista
e músico
britânico.
Chaplin foi um dos atores mais famososSir
da era do cinema
mudo, notabilizado pelo
uso de mímica
e da comédia
pastelão. É bastante
conhecido pelos seus filmes O
Imigrante, O
Garoto, Em
Busca do Ouro (este
considerado por ele seu melhor filme), O
Circo, Luzes
da Cidade, Tempos
Modernos, O
Grande Ditador, Luzes
da Ribalta, Um
Rei em Nova Iorque e A
Condessa de Hong Kong.
Influenciado
pelo trabalho dos antecessores - o comediante francês Max
Linder, Georges
Méliès, D.
W. Griffith Luís e
Auguste Lumière - e compartilhando o trabalho com Douglas
Fairbanks e Mary
Pickford, foi
influenciado pela mímica,
pantomima
e o gênero pastelão
e influenciou uma enorme equipe de comediantes e cineastas como
Federico
Fellini, Os
Três Patetas, Peter
Sellers, Milton
Berle, Marcel
Marceau, Jacques
Tati, Rowan
Atkinson, Johnny
Depp, Michael
Jackson, Harold
Lloyd,
Buster
Keaton e outros diretores
e comediantes. É considerado por alguns críticos o maior artista
cinematográfico de todos os tempos, e um dos "pais do cinema",
junto com os Irmãos
Lumière, Georges
Méliès e D.W.
Griffith.
“
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por
isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a
cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
“
Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável
pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode
machucar, mas é sempre mais digna.
“
Perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a
quem mais se atreve…e a vida é muito para ser insignificante.
“
Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se
colocar em primeiro lugar não é egoismo.
Amanda duarte é uma escritora do ano 1998 que nasceu em Florianópolis no dia 22 de setembro, tem 2 irmãs chamadas Andressa e Adriana... Começou a escrever e perceber esse seu talento no ano de 2008 quando tinha apenas 10 anos e publicou seu livro no ano de 2011. Tudo começou quando ela escrevia frases e textos sobre seus sentimentos e sua mãe viu seu talento e publicou no tumblr. E ela morreu nesse ano de 2012 em 19 de setembro, lamentável, meus pesames para sua família. FIlha de Filomena e Cristovem.
José Saramago
História do José Saramago
José de Sousa Saramago nasceu numa família de camponeses da Aldeia de Azinhaga, ao sul de Portugal, em 1922. Seus pais eram analfabetos. Sua origem influenciou o modo de escrever, caracterizado pela liberdade no uso da pontuação "Meu estilo começou em 1979, quando eu estava escrevendo Levantado do Chão. O mundo que eu descrevia era o Portugal rural, durante os primeiros dois terços do século passado - um mundo no qual a cultura de contar histórias predominava, e eram passadas de geração a geração, sem que se usasse a palavra escrita", disse o escritor ao jornalista australiano Ben Naparstek, lembrando que, quando se fala, não se usa pontuação. A entrevista foi incluída no livro Encontros com 40 Grandes Autores.
José de Sousa Saramago nasceu numa família de camponeses da Aldeia de Azinhaga, ao sul de Portugal, em 1922. Seus pais eram analfabetos. Sua origem influenciou o modo de escrever, caracterizado pela liberdade no uso da pontuação "Meu estilo começou em 1979, quando eu estava escrevendo Levantado do Chão. O mundo que eu descrevia era o Portugal rural, durante os primeiros dois terços do século passado - um mundo no qual a cultura de contar histórias predominava, e eram passadas de geração a geração, sem que se usasse a palavra escrita", disse o escritor ao jornalista australiano Ben Naparstek, lembrando que, quando se fala, não se usa pontuação. A entrevista foi incluída no livro Encontros com 40 Grandes Autores.
Mesmo
que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui
dispensado
de
percorrer os caminhos do mundo.
Ergo
uma rosa, e deixo, e abandono
Quanto me dói de mágoas e assombros.
Ergo uma rosa, sim, e ouço a vida
Neste cantar das aves nos meus ombros.
Quanto me dói de mágoas e assombros.
Ergo uma rosa, sim, e ouço a vida
Neste cantar das aves nos meus ombros.
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